O Jorge, condutor do "Tren de la Alegria" exagerou em seu "proselitismo ideológico" agredindo o "sistema". Ele, que se declara descendente do povo araucana, defende a vida rude e simples mostrando-se contrário às atividades desenvolvidas no lado "consumista e excêntrico" de Bariloche. Porém, ele psicólogo e sua mulher pediatra, vivem da exploração do trenzinho, cobrando US$ 10 de cada um dos trinta passageiros do trem. Como bem lembrou o Sérgio, eles fazem três viagens diárias totalizando US$ 900/dia; já imaginaram a renda? |